30 de setembro de 2010

Estádio do Dragão: Prós e Contras

Desde a inauguração a 16 de Novembro de 2003 que o Estádio do Dragão tem sido, de forma constante, reconhecido e premiado internacionalmente.
Depois de ter recebido a «Certificação de qualidade e ambiente» e ter sido o primeiro estádio europeu  a conseguir a «GreenLight» - uma certificação da Comissão Europeia através da Agência para a Energia, que premia o esforço realizado em termos da utilização racional de energia e na qualidade da iluminação -, depois de ser galardoado com o prémio da «European Convention for Construction Steelwork» e de constar na lista da FoxSports.com como um dos «25 Football`s Hallowed Grounds» (25 Estádios mais sagrados do futebol), o Dragão volta a estar em destaque ao "oferecer" ao FC Porto o prémio para maior feito não desportivo do ano de 2009 pela European Club Association, premiando as boas práticas ambientais usadas no recinto.

Infelizmente não foi apenas para realçar os factos positivos do estádio que abri este post. Há alguns problemas no Dragão que poderiam, e deveriam, ser resolvidos. Vou destacar apenas dois:
Em primeiro lugar, e mais simples de resolver, há lugares que estão tapados pelos ferros junto às escadas de acesso aos lugares mais altos de cada bancada. Não sei até que ponto será possível remover ou modificar esses mesmos ferros, mas penso que é uma situação que merece a atenção dos responsáveis do nosso clube.
Em segundo e último lugar, e sem querer exagerar, as pessoas que ficam nas primeiras cinco filas (ou até mais) junto ao relvado podem esquecer metade do jogo. Trata-se de uma tarefa completamente inglória para quem fica tão junto à relva perceber o que se passa no lado oposto. A minha sugestão é bastante simples: afundar o relvado cerca de dois metros. Esta modificação deixaria o Dragão à imagem do nosso conhecido AufSchalke Arena, por exemplo.

O simples facto de o adepto ficar mais alto em relação ao relvado deixaria toda a gente satisfeita com o seu lugar, o que não acontece actualmente. Para mim, voltar ao Dragão e ficar nessas cinco primeiras filas está fora de questão.
Penso que o afundamento do relvado se trata de uma opção bastante credível e que poderia ser executada durante o Verão, entre o fim duma época e o início duma nova.

Quem dá vida aos estádios somos nós, os adeptos. Por isso, os responsáveis do FC Porto têm a obrigação de fazer tudo o que está ao seu alcance para nos fazer querer voltar.