Dito isto, importa agora olhar ao que têm em comum estes três jogos. E não, embora também pudesse ser, não me refiro às arbitragens habilidosas, ou à rotatividade excessiva, ou até aos golos aparentemente fáceis falhados por Tello, mas sim ao facto da equipa ter entrado muito mal em qualquer das partidas e ter melhorado após ajustes tácticos geralmente introduzidos com uma ou duas substituições. Recordo ainda que pelo meio houve um 6-0, maior vitória portista na Liga dos Campeões desde que a prova se joga neste formato, onde foi utilizado um sistema táctico diferente do habitual. Este jogo foi mesmo o único em que o FC Porto não sentiu qualquer tipo de dificuldade.
Não será altura de Lopetegui olhar para estes dados e fazer a seguinte pergunta si próprio: será que o plano B é mesmo melhor que o plano A?
Uma pequena referência ainda ao facto do presidente de o Sporting ter vindo a público rejubilar com o empate caseiro frente ao FC Porto, chegando ao cúmulo de dizer que os Dragões achavam que seriam favas contadas ganhar em Alvalade. Se isto não é mentalidade de equipa pequenina, não sei o que será. Talvez este lance lhe tenha passado ao lado:
Nota: Enquanto escrevo este post o Benfica vê o árbitro transformar um lance em que Enzo Pérez deveria ter visto o segundo cartão amarelo por simulação num segundo cartão amarelo para o jogador do Estoril e quatro minutos depois o Andor chega ao 2-3. Ingenuidade de Cabrera e ratice de Enzo Pérez, dizem os comentadores da Sporttv. Siga a procissão.
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