8 de março de 2015

Um fim-de-semana normal

O FC Porto venceu um Braga que, segundo os analistas, pecou pela falta de combatividade. 25 faltas é manifestamente pouco para parar o ataque do Dragões, mas os bracarenses não podiam fazer muito mais porque o árbitro começou a dar-lhes cartões amarelos ao ritmo médio alucinante de um a cada dúzia de infracções. O FC Porto teve mais posse de bola, mais remates, mais cantos, mais recuperações de bola, mais oportunidades de perigo, etc, etc, etc, mas tudo porque o Braga deixou, dizem. Falta-me ouvir ainda a opinião de Vítor Baía para poder colocar finalmente uma pedra sobre este jogo.

Também em Arouca tudo correu dentro da normalidade: a equipa dos 14 entrou a jogar mal e porcamente como em quase todos os jogos fora de portas, sofreu o 1-0, Vasco Santos ficou sensível aos contactos e ao intervalo a equipa da casa já tinha 3 jogadores amarelados. A segunda parte começa com uma oferta do guarda-redes do Arouca - onde é que já vi isto? - e Jonas fez o empate. Pouco depois Lima colocou o Benfica em vantagem no marcador e Vasco Santos deu nova vantagem aos encarnados, mas desta vez numérica, com um cartão vermelho absolutamente forçado - Déjà vu? - mostrado a Hugo Basto. Com a chegada do 1-3 acabou-se a pressão sentida pela vitória do FC Porto em Braga e nem mais um jogador do Arouca viu amarelo.

A sorte de uns é o azar de outros.