Num jogo que antecede os dois que prometem ser o mais difíceis da época até ao momento, o FC Porto venceu a Académica por apenas 1-0. Digo "apenas" porque houve ocasiões para um resultado bem mais dilatado e em quase todos eles o protagonista foi o mesmo: Hernâni. O extremo contratado ao Vitória de Guimarães em Janeiro foi uma ameaça constante para a baliza visitante e começou desde já a levantar o véu sobre o que poderá ser o futuro do FC Porto. Sem medo de enfrentar o marcador directo, com velocidade para deixar qualquer um para trás e com técnica para fazer a diferença, o novo camisola 17 fez por momentos lembrar o Incrível Hulk.
Quanto ao jogo propriamente dito, Lopetegui já o tinha ganho ainda antes de ter começado. A escolha arrojada de poupar a totalidade da equipa mais utilizada deve ser aplaudida por todos os portistas, mesmo que isso significasse nova perda de pontos. Porquê? Porque terça-feira há jogo em Munique e havia o risco de perder jogadores fundamentais por lesão, porque os que jogassem iam estar com a cabeça nesse jogo e o desgaste físico continuaria a ser acumulado. Por tudo isto e porque este campeonato só será ganho pelo FC Porto por milagre. Não porque a equipa não tenha feito tudo para o vencer ou porque não o mereça, mas sim porque simplesmente não é suposto isso acontecer e os acontecimentos recentes, quando cruzados com tudo o que já aconteceu esta época, demonstram isso mesmo.
O FC Porto abordou a Académica no sentido de adiar este jogo para dia 29 deste mês, ou seja, três dias após a visita à Luz. Com isso o FC Porto ganharia apenas tempo para preparar a segunda mão da eliminatória com o Bayern de Munique, sendo que quatro dia depois desse jogo está marcado o embate com o Benfica. A Académica, em teoria, até lucraria com o adiamento, uma vez que apanharia os Dragões após dois jogos de intensidade máxima. Mas como o FC Porto não deve ter o contacto das pessoas certas, que conseguiram em menos de 24 horas alterar a data de uma final, viu-se forçado a disputar este jogo entre os embates com o campeão alemão. A decisão da LPFP em não aceitar o pedido foi vergonhosa e merecia uma reacção bem mais forte do que apenas as palavras de Lopetegui.
Hoje o FC Porto foi colocado perante dois cenários: jogar com os habituais titulares e prejudicando assim a capacidade de luta que será precisa para concretizar uma eventual passagem às meias-finais da Champions; ou jogar com uma equipa de reservas, como foi o caso, sob pena de poder sofrer um mau resultado que, felizmente, não se verificou. Lopetegui teve a coragem de escolher a segunda e a sorte de ser feliz com ela.
A Académica saiu do Dragão derrotada por apenas 1-0 quando em condições normais teria sofrido uma goleada, veremos se esta tão magra vitória portista não terá influência nas contas futuras deste campeonato.
Quanto ao jogo propriamente dito, Lopetegui já o tinha ganho ainda antes de ter começado. A escolha arrojada de poupar a totalidade da equipa mais utilizada deve ser aplaudida por todos os portistas, mesmo que isso significasse nova perda de pontos. Porquê? Porque terça-feira há jogo em Munique e havia o risco de perder jogadores fundamentais por lesão, porque os que jogassem iam estar com a cabeça nesse jogo e o desgaste físico continuaria a ser acumulado. Por tudo isto e porque este campeonato só será ganho pelo FC Porto por milagre. Não porque a equipa não tenha feito tudo para o vencer ou porque não o mereça, mas sim porque simplesmente não é suposto isso acontecer e os acontecimentos recentes, quando cruzados com tudo o que já aconteceu esta época, demonstram isso mesmo.
O FC Porto abordou a Académica no sentido de adiar este jogo para dia 29 deste mês, ou seja, três dias após a visita à Luz. Com isso o FC Porto ganharia apenas tempo para preparar a segunda mão da eliminatória com o Bayern de Munique, sendo que quatro dia depois desse jogo está marcado o embate com o Benfica. A Académica, em teoria, até lucraria com o adiamento, uma vez que apanharia os Dragões após dois jogos de intensidade máxima. Mas como o FC Porto não deve ter o contacto das pessoas certas, que conseguiram em menos de 24 horas alterar a data de uma final, viu-se forçado a disputar este jogo entre os embates com o campeão alemão. A decisão da LPFP em não aceitar o pedido foi vergonhosa e merecia uma reacção bem mais forte do que apenas as palavras de Lopetegui.
Hoje o FC Porto foi colocado perante dois cenários: jogar com os habituais titulares e prejudicando assim a capacidade de luta que será precisa para concretizar uma eventual passagem às meias-finais da Champions; ou jogar com uma equipa de reservas, como foi o caso, sob pena de poder sofrer um mau resultado que, felizmente, não se verificou. Lopetegui teve a coragem de escolher a segunda e a sorte de ser feliz com ela.
A Académica saiu do Dragão derrotada por apenas 1-0 quando em condições normais teria sofrido uma goleada, veremos se esta tão magra vitória portista não terá influência nas contas futuras deste campeonato.

ResponderEliminarnem mais, Augusto. nem mais.
sendo certo que a Sorte procura-se e dá muito trabalho :)
abr@ço forte
Miguel | Tomo III