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21 de março de 2014
Finalmente um Fabiano a ser Fabuloso
Este segundo jogo frente ao Nápoles, assim como a eliminatória, esteve recheado de boas exibições individuais que é quase incorrecto destacar alguém. No entanto, é preciso valorizar a tranquilidade com que Fabiano substitui o capitão Helton em Itália. Foram várias as defesas que impediram os italianos de marcar por mais vezes e que foram dando alento a uma defesa muito condicionada. Helton segurou o 1-0 na primeira mão, Fabiano segurou a eliminatória em Nápoles.
Com Alex Sandro castigado, Abdoulaye não inscrito e Maicon lesionado, Luís Castro teve de recorrer pela primeira vez a Reyes e Ricardo. O jogo no Dragão mostrou um Nápoles que fazia dos passes para as costas da defesa, principalmente dos laterais em viragens de flanco, a sua maior arma, voltando hoje a apresentar-se com esse tipo de estratégia. Ricardo começou algo tremido mas foi acalmando durante o jogo, apesar da falha no posicionamento que permitiu a Pandev estar em jogo no 1-0, enquanto Reyes esteve sempre tranquilo. Todos cometeram erros, mas com Mangala, Fernando e Fabiano em grande a que se juntou um espírito combativo de toda a equipa, as coisas foram-se resolvendo com maior ou menor dificuldade. Quaresma foi o atacante em destaque porque, além do grande golo, foi sempre aquele que mais perigo levou à baliza dos italianos.
Esta exibição põe a nu a falta de coragem ou de confiança de Paulo Fonseca em alguns jogadores. Reyes e Ricardo mostraram que deviam ter mais minutos de jogo pela equipa principal, que caso tivesse acontecido no passado não teríamos hoje um Danilo e um Alex Sandro sobrecarregados de jogos, ao passo que hoje teríamos o Reyes e o Ricardo mais rotinados com os restantes companheiros.
Quem também foi decisivo foi o treinador. Luís Castro conseguiu ganhar o jogo lançando Josué e Ghilas para o lugar dos apagados Carlos Eduardo e Varela. Ambos trouxeram qualidade ofensiva à equipa, coisa que os seus colegas, apesar de todo o empenho, nunca conseguiram fazer. De notar ainda que a produção de Jackson sobe sempre que Ghilas se junta a ele no ataque.
Se até agora se justificou a insistência de Luís Castro num onze base idealizado por si quase só em teoria, chegou a altura de fazer justiça. Assim sendo, pelo menos Ghilas tem de entrar na equipa para o lugar de Varela que tem estado muito apagado. Josué e Quintero fizeram melhor que Carlos Eduardo quando foram chamados e também estão na luta pelo onze. Face às várias ausências para a recepção ao Belenenses (Danilo, Fernando, Quaresma estão castigados e Maicon em dúvida) é provável que o brasileiro seja novamente titular, mas se não começar já neste fim-de-semana a justificar a confiança do treinador pode perder o comboio da titularidade.
Com o campeonato perdido e na luta por outras três competições, espero que Luís Castro junte ao bom trabalho que tem vindo a desenvolver a capacidade de dar descanso a a quem mais precisa sem com isto comprometer o rendimento e a evolução da equipa. Reyes, Ricardo e Josué gritaram "presente!" em Itália, Quintero e Ghilas têm entrado bem nos jogos e Herrera estava a mostrar um ar da sua graça nos últimos jogos de Paulo Fonseca. Há que não ter medo de apostar em quem merece e mostra qualidade para tal.
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25 de novembro de 2013
O legado de Moutinho
Enquanto esteve no FC Porto, Moutinho foi dono e senhor do meio-campo. Foram três épocas sempre em grande nível que tornaram a sua substituição motivo de preocupação para todos os portistas. Na época passada, quando o internacional português se lesionou, Defour foi o escolhido por Vítor Pereira para ocupar a vaga aberta no meio-campo mas os resultados não foram muito positivos. Embora não houvessem grandes alternativas, a troca de um construtor de jogo por um médio área-a-área trouxe prejuízo à qualidade de jogo praticado pelo FC Porto.
Ao assinar contrato com os Dragões, Paulo Fonseca já sabia que tinha sobre os seus ombros a responsabilidade de arranjar uma solução para um meio-campo que acabara de perder o maestro dos últimos três anos. E aqui começam os problemas do FC Porto 2013/2014. O novo treinador optou passar por cima do trabalho que começou a ser desenvolvido por André Villas-Boas e teve continuidade com Vítor Pereira, alterando o posicionamento e a dinâmica dos médios e, por consequência, de toda a equipa.
Jogar com dois médios-defensivos - embora um tenha liberdade para se envolver no ataque - tem sido um equívoco. Quando a equipa está a defender perde um médio, que em anos anteriores ajudava o ataque a pressionar o a saída de bola do adversário, por este recuar para a linha de Fernando que há vários anos vai mostrando que não precisa do apoio de ninguém a tempo inteiro naquele sector. Mas isto é só uma parte do problema.
No que à substituição directa diz respeito, ao sair Moutinho, quem seria a melhor solução? Defour? Ou o recém-chegado Herrera? Para mim, nenhum dos dois. Como já referi, no passado a troca de um construtor de jogo por um médio área-a-área não trouxe os resultados esperado, Paulo Fonseca devia ter tido isso em conta e testado outras alternativas durante a pré-época. Danilo seria o meu favorito, seguido por Josué, Carlos Eduardo e Izmaylov.
No inicio da época, seria de apostar em Fucile para a direita da defesa - o uruguaio até fez um bom jogo na Supertaça - e adiantado Danilo para o meio-campo. Ricardo ficaria como alternativa, podendo o próprio Defour ser testado na posição. Actualmente, face ao momento de forma de Danilo, seria um pouco arriscado adiantá-lo no terreno e chamar Ricardo ou Víctor García à titularidade, uma vez que Fucile é carta fora do baralho. Assim sendo, a opção mais sensata seria utilizar outro jogador no meio-campo.
Com Izmaylov fora de combate há dois meses e Josué a jogar nas alas para compensar o erro que foi não contratar um extremo, resta apenas Carlos Eduardo. Aqui Paulo Fonseca voltou a dar um tiro nos pés ao não inscrever o ex-Estoril na lista da UEFA - situação que deverá ser corrigida em Janeiro. O brasileiro tem mostrado, quer pela equipa B, quer pela formação principal, que tem valor para se assumir como titular no FC Porto, falta o treinador ganhar coragem e apostar seriamente nele.
Existe ainda a opção de usar Quintero na função que tem sido atribuída a Josué, que é basicamente o que fazia James no passado: jogar como falso extremo e participar no ataque a partir da ala. Assim sendo, o treinador ganha em Josué mais uma opção para um meio-campo que tem sentido enormes dificuldades na saída de bola e que acumula passes errados em zona proibida.
A ausência de alternativas indiscutíveis para as alas ofensivas é indiscutível, mas isso não legitima que Paulo Fonseca destrua todos os sectores da equipa e muito menos o futebol miserável que temos assistido. Desde cedo se percebeu que esta maneira de jogar estava a prejudicar os jogadores e que o treinador não estava a saber tirar partido das alternativas que tem ao seu dispor. Cerca de três meses após o arranque da temporada, exige-se que haja mais audácia do que ir alternando entre Defour e Herrera num modelo que, aliado a uma mentalidade pequenina, já mostrou não servir para o FC Porto.
20 de outubro de 2013
Um olho na Taça e outro na Champions
Foi a pensar no jogo da próxima terça-feira que Paulo Fonseca preparou a equipa que recebeu e bateu o Trofense por 1-0. O onze inicial apareceu com apenas três habituais titulares - Danilo, Fernando e Varela - sendo que o português está longe de ser indiscutível. Além disso, também as substituições foram feitas tendo em conta o jogo da próxima terça-feira e não tendo em conta as necessidades da equipa para o jogo que estava a disputar.
A exibição foi pobre, principalmente na segunda parte. É preocupante que uma equipa que, num passado recente, nos habituou a manipular qualquer adversário não consiga agora gerir uma vantagem no marcador de forma tranquila. Algumas notas soltas:
- Mesmo sem Otamendi, que era o habitual municiador deste tipo de lances, a bola continuou a ser bombeada demasiadas vezes para o ataque.
- Continua a existir uma distância enorme entre o médio-ofensivo e os dois mais recuados, o que tem por resultado prático os passes directos que mencionei no ponto anterior, uma deficiente pressão sobre o adversário em caso de perda de bola no ataque e uma dificuldade acrescida em arranjar linhas de passe.
- Bom jogo de Ricardo, dando continuidade ao bom trabalho que tem feito na equipa B. Oferece largura à equipa ganhando muitas vezes a linha de fundo e sem comprometer o rigor táctico que lhe é característico. Merece claramente ser aposta mais regular.
- Carlos Eduardo é outro que tem aproveitado a equipa B para evoluir de forma positiva. Passada larga, rigor no passe, visão de jogo e sentido posicional são as características que mais saltam à vista. Espero que o seu profissionalismo aliado às exibições consistentes lhe valham mais minutos no futuro que espero que seja próximo.
- Estreia positiva de Víctor García. Tímido ao inicio, foi-se libertando com o decorrer do jogo e combinando bem com Ricardo, o seu colega no flanco direito durante a maior parte dos 90 minutos.
- Má exibição de Quintero. O colombiano exagerou nas iniciativas individuais e perdeu a bola demasiadas vezes. A qualidade está lá, falta saber como a pôr ao serviço da equipa.
- Reyes tem tudo para se afirmar no FC Porto. O adversário não ofereceu grandes dificuldades aos defesas azuis-e-brancos, mas o mexicano esteve irrepreensível sempre que foi chamado a intervir.
Depois de duas semanas de laboratório, que pensava eu serviriam para corrigir erros, a equipa voltou com os mesmos problemas. Era notória a preocupação de Paulo Fonseca no banco e começo a temer que ou lhe falta o engenho para dar a volta à situação ou que acredita que a insistência nesta formula acabará por o levar o FC Porto ao sucesso. Qualquer uma das alternativas me deixa bastante apreensivo, até porque os próximos dois jogos são importantíssimos.
É imperativo que treinador e equipa percebam que estão a seguir um caminho perigoso e que a situação só não tomou outras proporções porque os resultados, ao contrário das exibições, têm sido positivos.
A exibição foi pobre, principalmente na segunda parte. É preocupante que uma equipa que, num passado recente, nos habituou a manipular qualquer adversário não consiga agora gerir uma vantagem no marcador de forma tranquila. Algumas notas soltas:
- Mesmo sem Otamendi, que era o habitual municiador deste tipo de lances, a bola continuou a ser bombeada demasiadas vezes para o ataque.
- Continua a existir uma distância enorme entre o médio-ofensivo e os dois mais recuados, o que tem por resultado prático os passes directos que mencionei no ponto anterior, uma deficiente pressão sobre o adversário em caso de perda de bola no ataque e uma dificuldade acrescida em arranjar linhas de passe.
- Bom jogo de Ricardo, dando continuidade ao bom trabalho que tem feito na equipa B. Oferece largura à equipa ganhando muitas vezes a linha de fundo e sem comprometer o rigor táctico que lhe é característico. Merece claramente ser aposta mais regular.
- Carlos Eduardo é outro que tem aproveitado a equipa B para evoluir de forma positiva. Passada larga, rigor no passe, visão de jogo e sentido posicional são as características que mais saltam à vista. Espero que o seu profissionalismo aliado às exibições consistentes lhe valham mais minutos no futuro que espero que seja próximo.
- Estreia positiva de Víctor García. Tímido ao inicio, foi-se libertando com o decorrer do jogo e combinando bem com Ricardo, o seu colega no flanco direito durante a maior parte dos 90 minutos.
- Má exibição de Quintero. O colombiano exagerou nas iniciativas individuais e perdeu a bola demasiadas vezes. A qualidade está lá, falta saber como a pôr ao serviço da equipa.
- Reyes tem tudo para se afirmar no FC Porto. O adversário não ofereceu grandes dificuldades aos defesas azuis-e-brancos, mas o mexicano esteve irrepreensível sempre que foi chamado a intervir.
Depois de duas semanas de laboratório, que pensava eu serviriam para corrigir erros, a equipa voltou com os mesmos problemas. Era notória a preocupação de Paulo Fonseca no banco e começo a temer que ou lhe falta o engenho para dar a volta à situação ou que acredita que a insistência nesta formula acabará por o levar o FC Porto ao sucesso. Qualquer uma das alternativas me deixa bastante apreensivo, até porque os próximos dois jogos são importantíssimos.
É imperativo que treinador e equipa percebam que estão a seguir um caminho perigoso e que a situação só não tomou outras proporções porque os resultados, ao contrário das exibições, têm sido positivos.
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13 de setembro de 2013
Análise ao Plantel 2013/2014 - O Meio-Campo
A época 2013/2014 parece ter neste sector a sua principal novidade. Depois de muitos anos em 4-3-3, com um médio-defensivo e dois mais adiantados, o FC Porto apresenta-se agora em 4-2-3-1 com um 10 a jogar na frente dos outros dois médios.
Há alguma preocupação nos portistas face a esta alteração pois consideram que o Fernando perde influência com um outro jogador ao lado e/ou o Lucho não tem capacidade para desempenhar a posição 10 de forma satisfatória. Embora discorde de ambas as opiniões, confesso que as exibições de ambos nos jogos frente ao Vitória de Setúbal e ao Paços de Ferreira me preocupam. Acredito que o 4-2-3-1 é viável com estes jogadores, no entanto, devido à manutenção do Fernando no plantel, veria com bons olhos o regresso ao 4-3-3 que está mais do que assimilado por todos.
Se na última época as opções escasseavam, este ano isto não se verifica. Para colmatar as saídas de Moutinho e depois de Castro, foram contratados vários jogadores, apesar do meio-campo titular actual ser constituído por três jogadores com alguns anos de Dragão ao peito, o que é bastante positivo. Defour assumiu finalmente o papel de titular e parece que, pelo menos nos próximos tempos, é para manter. Herrera e Carlos Eduardo têm jogado pela equipa B numa tentativa de acelerar a sua adaptação. Se no caso do mexicano se quer proporcionar a oportunidade de lhe dar a conhecer um pouco do futebol europeu, o caso do brasileiro é diferente. Carlos Eduardo tem sido moldado para jogar atrás do 10 - posição que tem por preferencial - e ao mesmo tempo é-lhe dada a oportunidade de treinar e jogar num clube com a exigência do FC Porto após alguns anos a jogar em Portugal mas em clubes de dimensão menor.
Josué que durante a pré-época foi testado pouco por todo lado (10, médio-centro, extremo e até lateral-esquerdo), foi titular até agora nos três jogos do campeonato como extremo-direito, aproveitando a lesão de Varela. No entanto, e apesar das exibições positivas, tem o lugar ameaçado e prevê-se que o perca a curto prazo para o reforço-sensação: Quintero. O colombiano tem sido aposta de Paulo Fonseca a partir do banco e em três jogos do campeonato foi mesmo ele que fez a diferença. Frente ao Vitória de Setúbal entrou e marcou o 2-1 e, posteriormente, frente ao Paços de Ferreira entrou para assistir Jackson para o golo da vitória. Além disto, tem um toque de bola que não engana e tem trazido qualidade ao jogo dos Dragões. Tem tudo para ser umas das figuras do campeonato.
Izmaylov, à imagem de Josué e Quintero, é uma opção a ter em conta para actuar como 10, no entanto é espectável que tenha mais tempo de jogo numa das alas do que no centro.
Na equipa B, à espera de uma oportunidade, estão Mikel, Tomás Podstawski, Leandro Silva e Pedro Moreira de características mais defensivas, assim como Tozé, Pavlovski e Belinha de características mais ofensivas.
Há alguma preocupação nos portistas face a esta alteração pois consideram que o Fernando perde influência com um outro jogador ao lado e/ou o Lucho não tem capacidade para desempenhar a posição 10 de forma satisfatória. Embora discorde de ambas as opiniões, confesso que as exibições de ambos nos jogos frente ao Vitória de Setúbal e ao Paços de Ferreira me preocupam. Acredito que o 4-2-3-1 é viável com estes jogadores, no entanto, devido à manutenção do Fernando no plantel, veria com bons olhos o regresso ao 4-3-3 que está mais do que assimilado por todos.
Se na última época as opções escasseavam, este ano isto não se verifica. Para colmatar as saídas de Moutinho e depois de Castro, foram contratados vários jogadores, apesar do meio-campo titular actual ser constituído por três jogadores com alguns anos de Dragão ao peito, o que é bastante positivo. Defour assumiu finalmente o papel de titular e parece que, pelo menos nos próximos tempos, é para manter. Herrera e Carlos Eduardo têm jogado pela equipa B numa tentativa de acelerar a sua adaptação. Se no caso do mexicano se quer proporcionar a oportunidade de lhe dar a conhecer um pouco do futebol europeu, o caso do brasileiro é diferente. Carlos Eduardo tem sido moldado para jogar atrás do 10 - posição que tem por preferencial - e ao mesmo tempo é-lhe dada a oportunidade de treinar e jogar num clube com a exigência do FC Porto após alguns anos a jogar em Portugal mas em clubes de dimensão menor.
Josué que durante a pré-época foi testado pouco por todo lado (10, médio-centro, extremo e até lateral-esquerdo), foi titular até agora nos três jogos do campeonato como extremo-direito, aproveitando a lesão de Varela. No entanto, e apesar das exibições positivas, tem o lugar ameaçado e prevê-se que o perca a curto prazo para o reforço-sensação: Quintero. O colombiano tem sido aposta de Paulo Fonseca a partir do banco e em três jogos do campeonato foi mesmo ele que fez a diferença. Frente ao Vitória de Setúbal entrou e marcou o 2-1 e, posteriormente, frente ao Paços de Ferreira entrou para assistir Jackson para o golo da vitória. Além disto, tem um toque de bola que não engana e tem trazido qualidade ao jogo dos Dragões. Tem tudo para ser umas das figuras do campeonato.
Izmaylov, à imagem de Josué e Quintero, é uma opção a ter em conta para actuar como 10, no entanto é espectável que tenha mais tempo de jogo numa das alas do que no centro.
Na equipa B, à espera de uma oportunidade, estão Mikel, Tomás Podstawski, Leandro Silva e Pedro Moreira de características mais defensivas, assim como Tozé, Pavlovski e Belinha de características mais ofensivas.
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