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6 de novembro de 2013
Ainda dá para admirar?
A bola entra na área portista e Helton avança...e hesita o suficiente para que Hulk ultrapasse o guardião e Alex Sandro (também ele incapaz de recuperar a bola) empatando o jogo. No segundo tempo, adivinhou que Hulk não ia rematar para onde remata sempre a partir dos 11 metros e segura o empate. Ainda ficou o registo de outra excelente defesa, minutos mais tarde.
Varela. Puxa para o pé esquerdo e atira com selo de golo para uma grande defesa de Lodygin. No último suspiro do jogo, com vários jogadores à espera do cruzamento, Silvestre escorrega e perde a bola.
Estes são dois exemplos que servem para fazer a analogia perfeita à equipa. Não só neste jogo como noutros tantos esta época.
Entrada forte, com atitude, vontade e determinação. O domínio de jogo também era, em parte, consentido pelo "italiano" Zenit que apostava no contra-ataque para chegar à área portista. Mas isso não era problema do Porto, que aproveitava para jogar com relativa dinâmica no ataque e chegar ao golo numa jogada rara nesta equipa: cruzamento e cabeceamento certeiro.
Iria o Porto perder o controlo do jogo? Não deu para perceber porque decidimos dar nova prenda de Natal antecipada. O Hulk até merece as prendas, mas não uma destas.
A primeira parte acabou com Jackson perto do golo mas na segunda vimos um filme, naturalmente, diferente. Spalleti corrigiu o que era necessário e o Zenit jogou mais subido.
Voltamos aos "Classic Porto 2013/14". O jogo era muito disputado, sempre em alto ritmo e os Dragões iam perdendo gás e intensidade.
O tempo passava e Paulo Fonseca não mexia.
Spalleti mexeu primeiro.
Josué e Lucho estavam cada vez mais desgastados.
O tempo passava e Paulo Fonseca não mexia.
O equipa continua com a máxima entrega, mas já não tinha pernas para segurar a bola e o jogo.
O tempo passava e Paulo Fonseca não mexia.
Até ao minuto 75. Licá rendeu Josué.
E o Ghilas? Que pergunta essa, é óbvio que entrou aos 86', deve ser uma cláusula no contrato.
Neste período de letargia, Helton evitou o golo dos russos por duas vezes, enquanto do outro lado só os remates de fora da área de Jackson e Varela criaram perigo.
Este Porto é capaz do melhor e do pior. De dominar o meio-campo e de o perder totalmente. De anular as armas do adversário e de se expor de forma absurda. De ser competente e maduro como um colectivo e de oferecer golos de mão beijada aos adversários com uma paragem cerebral de algum jogador. De fazer tudo para ganhar um jogo, ou jogar sem a mínima garra.
Se a Champions passar à história, é inteiramente por culpa própria. Falhas clamorosas nos golos do Atlético, ficar com 10 a partir dos 6' frente ao Zenit e oferecer o empate na "segunda mão". Um empate que não seria mau de todo, não fossem as duas derrotas anteriores.
Muitos erros demasiadamente infantis e inadmissíveis para qualquer equipa a jogar ao mais alto nível e ainda mais para uma equipa com a experiência do FC Porto.
Posto isto, não resisto em lançar a pergunta: uma equipa que colecciona tantos erros amadores merece mesmo continuar na mais exigente prova de futebol?
6 de maio de 2012
E o Sporting é o nosso grande humor...
Depois de ter sido campeão na jornada anterior, o FC Porto recebeu e venceu por 2-0 o Sporting CP. O resultado podia ter sido bem mais dilatado, não fosse a falta de calma dos jogadores portistas em frente da baliza. Já o Sporting teve apenas uma hipótese de golo iminente numa bola de Polga ao poste.
O que mais me deixou admirado foi a polémica em volta do árbitro, já que o sportinguistas voltaram ao seu papel de coitadinhos a queixarem-se da arbitragem. Depois da expulsão de Onyewu por acumulação de amarelos numa falta clara por trás sobre Hulk e um penalty numa falta evidente, a pés juntos e em zona frontal no limite da pequena-área, sobre James que resultou na expulsão do jogador do Sporting, hoje um pouco por toda a imprensa dá-se destaque às queixas dos sportinguistas para com a arbitragem.
É engraçado que o façam depois do árbitro ter perdoado um cartão amarelo a Carrillo logo aos 4 minutos por simulação grosseira, que lhe valeria a expulsão por acumulação de amarelos aos 17 minutos após entrada dura sobre Alex Sandro. O mesmo critério largo do árbitro não foi aplicado ao Fernando, que viu o segundo amarelo por acumulação de faltas num lance em que nem falta fez.
Na capa do nojento jornal A Bola pode ler-se que "os leões podem queixar-se do exagero disciplinar de Pedro Proença na expulsão direta de Polga e no primeiro amarelo a Onyewu". Toda a gente sabe por quem e para quem este jornal é escrito, por isso outra coisa não seria de esperar. Pode ser que um dia eles escrevam que desde que foi levantado o castigo a Hulk que nunca mais o FC Porto perdeu para o campeonato com o Incrível em campo.
As vitórias do FC Porto incomodam muita gente mas, como diz a sabedoria popular, os cães ladram e a caravana passa.
O que mais me deixou admirado foi a polémica em volta do árbitro, já que o sportinguistas voltaram ao seu papel de coitadinhos a queixarem-se da arbitragem. Depois da expulsão de Onyewu por acumulação de amarelos numa falta clara por trás sobre Hulk e um penalty numa falta evidente, a pés juntos e em zona frontal no limite da pequena-área, sobre James que resultou na expulsão do jogador do Sporting, hoje um pouco por toda a imprensa dá-se destaque às queixas dos sportinguistas para com a arbitragem.
É engraçado que o façam depois do árbitro ter perdoado um cartão amarelo a Carrillo logo aos 4 minutos por simulação grosseira, que lhe valeria a expulsão por acumulação de amarelos aos 17 minutos após entrada dura sobre Alex Sandro. O mesmo critério largo do árbitro não foi aplicado ao Fernando, que viu o segundo amarelo por acumulação de faltas num lance em que nem falta fez.
Na capa do nojento jornal A Bola pode ler-se que "os leões podem queixar-se do exagero disciplinar de Pedro Proença na expulsão direta de Polga e no primeiro amarelo a Onyewu". Toda a gente sabe por quem e para quem este jornal é escrito, por isso outra coisa não seria de esperar. Pode ser que um dia eles escrevam que desde que foi levantado o castigo a Hulk que nunca mais o FC Porto perdeu para o campeonato com o Incrível em campo.
As vitórias do FC Porto incomodam muita gente mas, como diz a sabedoria popular, os cães ladram e a caravana passa.
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4 de abril de 2011
Campeões!
E à primeira tentativa, no primeiro match point, o FC Porto sagrou-se campeão de Portugal. Pela 25ª vez na sua história! Num jogo em que o Benfica queria defender a sua honra o FC Porto soube vencer com classe.
Este jogo serve como exemplo do que se passou esta época: O FC Porto tentou sempre ter a bola sem tirar os olhos da baliza do adversário. Apesar do Benfica ter beneficiado de algumas oportunidades de golo, a equipa Azul-e-Branca nunca perdeu o controlo do jogo chegando mesmo a ter perdidas escandalosas na cara do guarda-redes.
Duarte Gomes fez uma arbitragem vergonhosa. Não tendo culpa no lance do alegado penaltie sobre Jara, pois foi mal auxiliado pelo fiscal-de-linha, teve culpa em muitos lances em que perdoou vários cartões a jogadores, principalmente do Benfica. O Benfica fez um jogo muito faltoso e Duarte Gomes nada fez para o travar, conseguindo a proeza de expulsar Otamendi com dois amarelos extremamente forçados. Um jogo um pouco à imagem da Supertaça.
Hulk voltou a marcar e reforçou o estatuto de melhor marcador da Liga, enquanto Guarín continua a marcar e a mostrar o seu grande momento de forma. O colombiano joga, e faz jogar, como raramente tinha feito desde que chegou ao Dragão. A continuar assim tem de ser titular, não há outra hipótese.
O André dos Power Points, como carinhosamente lhe chamam alguns adeptos afectos a outros clubes que não o FC Porto, voltou a levar a melhor sobre o Mestre da Táctica. Apesar do próprio Jorge Jesus ter tentado desvalorizar o trabalho de Villas-Boas, ao dizer que usava o mesmo modelo de jogo de Jesualdo Ferreira, pouco ou nada fez para anular esse modelo de jogo acabando por sair derrotado pela terceira vez em quatro possíveis só esta época.
Por último uma palavrinha à direcção do Benfica: não podem continuar a alegar que são um clube diferente e ter atitudes como as de ontem. Aliás, só um iluminado é que pensaria que só por desligar as luzes e ligar o sistema de rega que a festa acabaria. Já ouvi aqui e ali que se fosse ao contrário o FC porto teria feito o mesmo. Quanto a isso não posso dizer nada, não sei ler as estrelas. Se voltarem a ter essa oportunidade ganhem o jogo e logo se verá.
Campeões!
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9 de novembro de 2010
Como perder um clássico para totós
Como toda a gente sabe, o FC Porto no passado Domingo venceu o SL Benfica por 5-0. O que causa algum espanto é apenas a diferença no marcador, porque a equipa orientada por Jorge Jesus já estava condenada à derrota há muito tempo.
Os dirigentes e o treinador do SL Benfica, ao mexer no orgulho dos jogadores e adeptos do FC Porto, compraram uma guerra que não tinham a mínima hípotese de ganhar.
Isto por vários motivos, mas o mais forte de todos é o mais simples: O Benfica não tem equipa para ganhar ao FC Porto. Depois vêm os extras que os responsáveis encarnados, quase sempre pela voz do seu presidente, foram dando aos jogadores do FC Porto como motivação extra.
Durante toda a pré-época e as primeiras jornadas da liga toda a estrutura do Benfica - desde o presidente aos representantes do clube nos programas de opinião da TV, passando pelos simples jornalistas -, anunciava para todo o mundo que o título era para renovar, que era este o plantel mais caro de sempre e que não havia nenhuma equipa do mundo a jogar como eles.
Se eu fosse jogador do FC Porto a primeira coisa que eu ia pensar era do género «este ano é que vai dar vício f**** estes gajos». E a julgar pelas palavras do Miguel Lopes, o sentimento do palntel do FC Porto era esse por altura da Supertaça. Aguém se lembra do resultado? 2-0 para nós e um banho de bola que não deixou o Benfica de rastos porque ainda havia muitas desculpas para gastar.
O coro de desculpas teve a sua apoteose com o famoso comunicado do SLB após a derrota em Guimarães. Nesse dia o Benfica deu por terminada a sua luta pelo título e começou, à terceira jornada (!), a campanha de desvalorização da Liga, e por tabela da equipa melhor colocada para a vencer, o FC Porto.
Já toda a gente conhece o sistema que funciona na cabeça do Sr. Vieira: Se é nosso, é bom. Se é dos outros, não presta.
Chegando ao dia anterior ao jogo começa o espetáculo. Centenas de elementos da polícia protegem a comitiva encarnada até ao hotel. A paranóia chega ao ponto de cortar estradas, num dia de trabalho para a grande parte das pessoas, e de fazer um helicóptero acompanhar o autocarro durante a sua viagem. Arrisco a dizer que o Papa Bento XVI não teve metade da protecção.
Depois de Luís Felipe Vieira ter avisado que se o autocarro fosse atacado haveria uma grande surpresa, a polícia fez-lhe uma enorme desfeita ao impedir que isso acontecesse e obrigou a sua equipa a ir a jogo.
Num ambiente completamente hostil para os visitantes aconteceu o previsível: O seu treinador acobardou-se e colocou uma equipa defensiva e preocupou-se apenas em tentar anular o jogo dos Dragões. Isto no papel, porque na realidade o Benfica nem defendeu nem atacou,
limitou-se a ver o FC Porto jogar.
O guarda-redes Roberto foi o mais pressionado pelos adeptos portistas. Desde o início do jogo que lhe foram exibidos cartazes na sua língua materna na tentativa de o afectar psicologicamente. De lamentar apenas o facto de meia dúzia de «nabos» terem decidido atirar-lhe com bolas de golfe. Um dos momentos épicos que o Dragão viveu foi mesmo a provocação de génio que lhe foi dirigida. O mundo ficou perplexo ao ver uma galinha dentro da baliza do Benfica! Um momento único e espetacular!
Veja o vídeo desse momento:
Depois disto ficou à vista de todos que os portistas não queriam só a vitória, queriam a humilhação do Benfica! Queriam que o Jorge Jesus engolisse as palavras que proferiu na época passada depois do FC Porto ter sido eliminado da Liga dos Campeões. Não só as engoliu como ainda foi para flash-interview dizer que o FC Porto ganhou apenas por causa do Hulk - sim, aquele mesmo que caiu na Emboscada da Luz e que não fazia a miníma diferença na prestação da equipa portista nos jogos -, desvalorizando assim o festival que a sua equipa levou no relvado do Dragão. Já o seu presidente não esperou pelo fim do jogo, a meio da segunda parte abandonou o seu lugar no estádio e absteve-se de ver o resto do jogo. Para além de mentiroso é também cobarde...
Durante os noventa minutos a equipa de azul-e-branco, qual rolo compressor, cilindrou por completo uns tipos que equipavam de vermelho. Um FC Porto exuberante que nem toda a preocupação defensiva do mestre da táctica conseguiu parar. De destacar as exibições de Hulk e Belluschi que abriram a defesa do Benfica vezes se conta. Sapunaru e Guarín, muitas vezes criticados pelos portistas, estiveram irrepreensíveis e Falcao voltou aos golos para a Liga Portuguesa. Todos os outros estiveram a grande nível e deram um grande contributo nesta vitória histórica.
Quanto à equipa do Benfica... Bem, estes já ficaram contentes em pontapear algumas bolas para os adeptos do FC Porto depois delas já estarem fora das quatro linhas. Isso diz tudo sobre a noite que passaram.
Uma última palavra para a verdadeira Legião Azul-e-Branca que esteve no Dragão: FANTÁSTICO!
Um apoio incondicional desde a chegada do autocarro até ao fim do jogo. Assim torna-se mais fácil ganhar os jogos.
Os dirigentes e o treinador do SL Benfica, ao mexer no orgulho dos jogadores e adeptos do FC Porto, compraram uma guerra que não tinham a mínima hípotese de ganhar.
Isto por vários motivos, mas o mais forte de todos é o mais simples: O Benfica não tem equipa para ganhar ao FC Porto. Depois vêm os extras que os responsáveis encarnados, quase sempre pela voz do seu presidente, foram dando aos jogadores do FC Porto como motivação extra.
Durante toda a pré-época e as primeiras jornadas da liga toda a estrutura do Benfica - desde o presidente aos representantes do clube nos programas de opinião da TV, passando pelos simples jornalistas -, anunciava para todo o mundo que o título era para renovar, que era este o plantel mais caro de sempre e que não havia nenhuma equipa do mundo a jogar como eles.
Se eu fosse jogador do FC Porto a primeira coisa que eu ia pensar era do género «este ano é que vai dar vício f**** estes gajos». E a julgar pelas palavras do Miguel Lopes, o sentimento do palntel do FC Porto era esse por altura da Supertaça. Aguém se lembra do resultado? 2-0 para nós e um banho de bola que não deixou o Benfica de rastos porque ainda havia muitas desculpas para gastar.
O coro de desculpas teve a sua apoteose com o famoso comunicado do SLB após a derrota em Guimarães. Nesse dia o Benfica deu por terminada a sua luta pelo título e começou, à terceira jornada (!), a campanha de desvalorização da Liga, e por tabela da equipa melhor colocada para a vencer, o FC Porto.
Já toda a gente conhece o sistema que funciona na cabeça do Sr. Vieira: Se é nosso, é bom. Se é dos outros, não presta.
Chegando ao dia anterior ao jogo começa o espetáculo. Centenas de elementos da polícia protegem a comitiva encarnada até ao hotel. A paranóia chega ao ponto de cortar estradas, num dia de trabalho para a grande parte das pessoas, e de fazer um helicóptero acompanhar o autocarro durante a sua viagem. Arrisco a dizer que o Papa Bento XVI não teve metade da protecção.
Depois de Luís Felipe Vieira ter avisado que se o autocarro fosse atacado haveria uma grande surpresa, a polícia fez-lhe uma enorme desfeita ao impedir que isso acontecesse e obrigou a sua equipa a ir a jogo.
Num ambiente completamente hostil para os visitantes aconteceu o previsível: O seu treinador acobardou-se e colocou uma equipa defensiva e preocupou-se apenas em tentar anular o jogo dos Dragões. Isto no papel, porque na realidade o Benfica nem defendeu nem atacou,
limitou-se a ver o FC Porto jogar.
O guarda-redes Roberto foi o mais pressionado pelos adeptos portistas. Desde o início do jogo que lhe foram exibidos cartazes na sua língua materna na tentativa de o afectar psicologicamente. De lamentar apenas o facto de meia dúzia de «nabos» terem decidido atirar-lhe com bolas de golfe. Um dos momentos épicos que o Dragão viveu foi mesmo a provocação de génio que lhe foi dirigida. O mundo ficou perplexo ao ver uma galinha dentro da baliza do Benfica! Um momento único e espetacular!
Veja o vídeo desse momento:
Depois disto ficou à vista de todos que os portistas não queriam só a vitória, queriam a humilhação do Benfica! Queriam que o Jorge Jesus engolisse as palavras que proferiu na época passada depois do FC Porto ter sido eliminado da Liga dos Campeões. Não só as engoliu como ainda foi para flash-interview dizer que o FC Porto ganhou apenas por causa do Hulk - sim, aquele mesmo que caiu na Emboscada da Luz e que não fazia a miníma diferença na prestação da equipa portista nos jogos -, desvalorizando assim o festival que a sua equipa levou no relvado do Dragão. Já o seu presidente não esperou pelo fim do jogo, a meio da segunda parte abandonou o seu lugar no estádio e absteve-se de ver o resto do jogo. Para além de mentiroso é também cobarde...
Durante os noventa minutos a equipa de azul-e-branco, qual rolo compressor, cilindrou por completo uns tipos que equipavam de vermelho. Um FC Porto exuberante que nem toda a preocupação defensiva do mestre da táctica conseguiu parar. De destacar as exibições de Hulk e Belluschi que abriram a defesa do Benfica vezes se conta. Sapunaru e Guarín, muitas vezes criticados pelos portistas, estiveram irrepreensíveis e Falcao voltou aos golos para a Liga Portuguesa. Todos os outros estiveram a grande nível e deram um grande contributo nesta vitória histórica.
Quanto à equipa do Benfica... Bem, estes já ficaram contentes em pontapear algumas bolas para os adeptos do FC Porto depois delas já estarem fora das quatro linhas. Isso diz tudo sobre a noite que passaram.
Uma última palavra para a verdadeira Legião Azul-e-Branca que esteve no Dragão: FANTÁSTICO!
Um apoio incondicional desde a chegada do autocarro até ao fim do jogo. Assim torna-se mais fácil ganhar os jogos.
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22 de outubro de 2010
A força tem um nome: Futebol Clube do Porto
Na antevisão ao jogo de hoje, o treinador do Besiktas, Bernd Schuster disse que o FC Porto era uma fábrica de futebol. Isso pelo facto do clube contratar jogadores a equipas pequenas, para os evoluir e depois vender sem deixar de ser uma equipa constante.
Só que isso também tem custos. Ou seja, muitos jogadores são ainda muito jovem e têm pouca experiência, e a falta de experiência do Maicon hoje podia ter-nos saído muito cara. Ao ser expulso aos 43 minutos de jogo com o resultando em 0-1 deixou os seus companheiros com um belo problema para resolver. E resolveram mesmo! Com uma classe/carisma que não está ao alcance de qualquer equipa.
O Besiktas até entrou melhor no jogo, mas aos 10 minutos já o FC Porto o tinha equilibrado e começava a obrigar o Besiktas a recuar. Daí até ao golo foi um instante: falcao aproveita um erro do guarda-redes e faz o primeiro. minutos depois após uma grande jogada de Hulk faz mais um que acabou por ser anulado. Fora-de-jogo? Falta? Excesso de velocidade? Classe a mais? Só a equipa de arbitragem o pode dizer, mas a explicação não deve ser fácil de dar. O jogo estava controlado até que, numa boa jogada, aparece um jogador do Besiktas isolado e acaba por sofrer uma falta. Cartão vermelho bem exibido pelo árbitro a Maicon, o autor da falta. Foi pena no minuto seguinte a equipa de arbitragem não ter visto uma falta, em tudo semelhante à da expulsão, sobre o Falcao na área do Besiktas. Ao intervalo sai Falcao e entra Otamendi. André Villas-Boas faz o que pode para tentar segurar a vantagem comapenas 10 jogadores. O FC Porto passa a segunda metade a jogar em contra-ataque e faz mais dois golos por Hulk, chegando assim ao 0-3, o segundo dos quais fez com que os adeptos da casa se levantassem para aplaudir a jogada fantástica de Hulk! Aos 87 minutos Fernando é expulso por acumulação de amarelos numa combinação de infatilidade do jogador com o excesso de zelo do árbitro. Contra 9 jogadores o Besiktas lá conseguiu marcar o tento de honra nos descontos. Resultado final 1-3.
Espero com isto que o Maicon e o Fernado tenham aprendido a lição com os erros cometidos. Porque os colegas de certeza que aprenderam. Hoje correu bem, mas podia ter corrido mal. Muito mal.
PS: Espero que a moda de ganhar mesmo sendo prejudicados pelas arbitragens acabe. É que a continuar assim, em breve já nem isso nos serve de desculpa. Já é a segunda vez este ano que fazem este serviço. Assim não nos entendemos...
Só que isso também tem custos. Ou seja, muitos jogadores são ainda muito jovem e têm pouca experiência, e a falta de experiência do Maicon hoje podia ter-nos saído muito cara. Ao ser expulso aos 43 minutos de jogo com o resultando em 0-1 deixou os seus companheiros com um belo problema para resolver. E resolveram mesmo! Com uma classe/carisma que não está ao alcance de qualquer equipa.
O Besiktas até entrou melhor no jogo, mas aos 10 minutos já o FC Porto o tinha equilibrado e começava a obrigar o Besiktas a recuar. Daí até ao golo foi um instante: falcao aproveita um erro do guarda-redes e faz o primeiro. minutos depois após uma grande jogada de Hulk faz mais um que acabou por ser anulado. Fora-de-jogo? Falta? Excesso de velocidade? Classe a mais? Só a equipa de arbitragem o pode dizer, mas a explicação não deve ser fácil de dar. O jogo estava controlado até que, numa boa jogada, aparece um jogador do Besiktas isolado e acaba por sofrer uma falta. Cartão vermelho bem exibido pelo árbitro a Maicon, o autor da falta. Foi pena no minuto seguinte a equipa de arbitragem não ter visto uma falta, em tudo semelhante à da expulsão, sobre o Falcao na área do Besiktas. Ao intervalo sai Falcao e entra Otamendi. André Villas-Boas faz o que pode para tentar segurar a vantagem comapenas 10 jogadores. O FC Porto passa a segunda metade a jogar em contra-ataque e faz mais dois golos por Hulk, chegando assim ao 0-3, o segundo dos quais fez com que os adeptos da casa se levantassem para aplaudir a jogada fantástica de Hulk! Aos 87 minutos Fernando é expulso por acumulação de amarelos numa combinação de infatilidade do jogador com o excesso de zelo do árbitro. Contra 9 jogadores o Besiktas lá conseguiu marcar o tento de honra nos descontos. Resultado final 1-3.
Espero com isto que o Maicon e o Fernado tenham aprendido a lição com os erros cometidos. Porque os colegas de certeza que aprenderam. Hoje correu bem, mas podia ter corrido mal. Muito mal.
PS: Espero que a moda de ganhar mesmo sendo prejudicados pelas arbitragens acabe. É que a continuar assim, em breve já nem isso nos serve de desculpa. Já é a segunda vez este ano que fazem este serviço. Assim não nos entendemos...
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31 de agosto de 2010
O Imprescindível Hulk
Já toda a gente conhece a história que levou Hulk a ficar de fora da equipa do FC Porto por 19 jogos. Já toda a gente sabe que para muitos esse castigo nada teve a ver com a quebra de rendimento que a equipa teve nessa mesma altura, ignorando o facto de o FC Porto vir a subir claramente de forma até à chegada do "jogo" na Luz. O que ninguém quer saber é que desde que o castigo de Hulk foi retirado o FC Porto não mais perdeu com o incrível em campo. Aliás, Hulk nem o sabor do empate conhece desde então, foram 13 vitórias em 13 jogos. O que ninguém quer saber é que Hulk tem o estatuto de indiscutível na equipa, de onde só saiu devido a uma tragédia familiar, mas quando regressou recuperou a titularidade imediatamente.Hulk pode não ser o melhor jogador do mundo, pode não ser o jogador mais regular do mundo, mas é um jogador único a jogar em Portugal. E mais nenhum jogador do FC Porto consegue dar à equipa o que ele dá.
Enquanto ele cá estiver o 11 inicial do FC Porto é o Hulk e mais 10.
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