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25 de fevereiro de 2016

Futebol Clube do Porto - Futebol, SAD eliminado da Liga Europa


3-0 a favor do Borussia Dortmund foi o resultado do conjunto das duas mãos, numa eliminatória praticamente decidida antes de se jogar o primeiro jogo. A culpa do 2-0 em território alemão tem de ser atribuída directamente à SAD portista, porque graças à deficiente formação do plantel o FC Porto foi forçado a jogar com um onze que foi talvez o mais fraco da história do clube numa competição europeia. Aqui era preciso algo que para muitos já se encontra na categoria dos milagres, mas o Borussia voltou a vencer. Novo golo à tabela, precedido de fora-de-jogo e que acaba com Casillas a meter a bola para dentro da própria baliza após ter feito uma enorme defesa.

Com Layún no centro da defesa e Danilo como médio - opção que apoiei -, José Peseiro escolheu uma equipa mais responsável tacticamente talvez na tentativa de segurar um primeiro ímpeto alemão, mas uma desatenção do árbitro auxiliar deitou por terra qualquer aspiração portista. Depois de uma arbitragem caseirinha na primeira mão, os alemães voltaram a contar com uma ajudinha neste jogo. Ao FC Porto faltou tudo, desde opções para fazer melhor e acabando numa pontinha de sorte nos dois jogos. Sorte essa, diga-se, nunca deixou de estar do lado do Borussia Dortmund.

Ao FC Porto resta agora vencer todos os jogos que faltam para o campeonato enquanto espera pela final da Taça de Portugal que já não deve fugir após o 0-3 em Barcelos. Até lá, José Peseiro terá finalmente tempo para consolidar uma equipa para poder trabalhar-lhe os defeitos e aprimorar-lhe as virtudes. Em jeito de desabafo, espero que Suk faça parte dessa equipa. Olhando à disponibilidade do coreano, chega a ser vergonhoso ver o que Aboubakar (não) faz como titular.

Que esta eliminatória tenha servido de lição aos responsáveis azuis-e-brancos. O que nela aconteceu chega a roçar o amadorismo. Na próxima época exige-se um plantel mais competitivo e mais rico em opções para que situações como estas não se voltem a repetir.

Quem joga ao lado de Marcano?

A convocatória para o segundo jogo frente ao Borussia Dortmund confirmou o pior: Indi não recuperou a tempo e não será opção. Assim sendo, José Peseiro tem o mesmo problema da primeira mão para resolver: quem escolher para formar dupla com o único defesa-central disponível. Situação que começa a ser normal, diga-se...

No jogo realizado na Alemanha nem sequer havia a hipótese Danilo, uma vez que o médio português estava castigado. No entanto, este cenário levanta a mesma questão colocada antes da visita ao Benfica: em que medida será benéfico abdicar da presença do ex-Marítimo no meio-campo?

No jogo mencionado, o treinador do FC Porto preferiu a inexperiência de Chidozie em detrimento da opção Danilo. Como jovem nigeriano é também carta fora do baralho, sobra Layún como alternativa. O internacional mexicano foi de resto quem alinhou na posição no jogo da primeira mão e acabou por fazer um jogo tranquilo e bem acima do espectável. Pedir a Peseiro para escolher entre abdicar da profundidade de Layún na ala esquerda ou da força de Danilo a meio-campo anda perto de perguntar a alguém se preferia perder um braço ou uma perna. E cada opção tem prós e contras, sendo que o substituto de quem for desviado para o centro da defesa uma delas.

Ao escolher entre o mexicano e o português para formar dupla com Marcano, o treinador dos dragões estará também a escolher entre Rúben Neves o José Ángel para assumir a titularidade. Pessoalmente, em condições normais, não hesitaria em escolher o jovem português. Mas as condições são tudo menos normais e a exibição competente do espanhol em território alemão abre-lhe uma janela de oportunidade.

Certamente que José Peseiro já terá tomado uma decisão. Se coubesse a mim escolher, seria Layún a alinhar ao lado de Marcano. Danilo é demasiado importante no centro do terreno, pelo menos numa fase inicial, e será sempre mais viável recuá-lo com o decorrer do jogo, se necessário, do que o contrário. Digo isto apesar de todos os sinais dados pela comunicação social apontarem para a dupla Danilo-Marcano. Mas certezas só mesmo por volta das 19h, cerca de uma hora antes do apito inicial. Até lá, qualquer cenário é possível.

18 de fevereiro de 2016

Moribunda, mas viva


Antes do jogo, por estar consciente das limitações do FC Porto para este jogo, só pedia que a equipa conseguisse trazer a eliminatória viva para Portugal. O 2-0 a favor do Dortmund deixa as coisas muito complicadas e só uma equipa com muita garra e vontade de vencer poderá anular esta desvantagem, mas dia 25 José Peseiro já poderá contar com Maxi, Danilo e Marcano, o que faz muita diferença.

Em relação a este jogo não há muito a dizer a não ser que esperava francamente mais dos alemães. Um golo na primeira oportunidade, outro à tabela e mais duas ou três oportunidades não são nada de impressionante contra um adversário que nem quatro defesas tinha disponíveis. Casillas e Indi fizeram exibições dentro do esperado, enquanto não se podia pedir mais a Layún, Varela, Ángel, Rúben Neves, Sérgio Oliveira e Marega porque nem costumam ser opções principais e/ou estavam a jogar fora das posições habituais. No entanto, admito que esperava mais de Brahimi - que fez um jogo esforçado mas pouco conseguido - e muito mais de Herrera e Aboubakar que até passaram a ideia de nem se terem esforçado.

Embora não tenha percebido a troca de Brahimi por André André durante a segunda parte, não vou culpar José Peseiro. Uma coisa é lançar um jogador da equipa B para jogar numa equipa minimamente entrosada - como aconteceu com Chidozie na Luz - e outra é ter dois dias para preparar a equipa para um jogo europeu e levar em cima, de uma assentada, com todo o mau planeamento do plantel.

É importante que os jogadores portistas se mentalizem que é possível reverter este resultado e que o melhor FC Porto é superior a este Borussia Dortmund. No Dragão o mínimo que se exige é que a equipa tente disputar a eliminatória e, dessa forma, limpe a imagem que deixou na Alemanha. Ninguém está a dizer que é fácil, mas também não é impossível.

17 de fevereiro de 2016

Trazer a eliminatória viva

Depois de um Gent - Wolfsburg, digno de uma pé-eliminatória da Liga Europa, a contar para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões, eis que nos espera um Dortmund - FC Porto, um jogo de Champions a ser disputado a uma quinta-feira às 18 horas. É evidente que o FC Porto não poderia ter tido pior sorte no sorteio. Não só pelo valor do adversário ou pelo fantástico apoio que este tem por parte das bancadas quando joga em casa, mas também pelos problemas que José Peseiro enfrenta para formar a equipa.

Danilo e Maxi castigados, Maicon emprestado por problemas disciplinares, Chidozie não foi inscrito e Marcano está em dúvida. Caso o espanhol não recupere, será a estreia de Verdasca com a camisola da equipa principal do FC Porto, cenário que nem o próprio imaginaria há algumas semanas atrás. Mas nem tudo são más notícias. A vitória na Luz além da motivação que possa ter trazido, serviu de teste para este jogo frente ao alemães, uma vez que ambos - Benfica e Dortmund - partilham o facto de serem fortes no ataque e fracos na defesa. Cabe a jogadores e treinador dos azuis-e-brancos usar a experiência acumulada a jogar em ambiente hostil para controlar os nervos e não quebrar à primeira contrariedade.

A teoria é muito simples: o FC Porto, ao contrário do jogo na passada sexta-feira, não tem a menor obrigação de vencer. Neste caso, a pressão está toda do lado alemão que joga frente aos próprios adeptos contra um adversário desfalcado. Os portistas não precisam de fazer um resultado brilhante, basta ter a maturidade e calma suficientes para trazer um resultado que lhes permita vencer a eliminatória na segunda mão. Aí sim, num Dragão vestido de gala e com a equipa já próximo da máxima força, se poderá exigir a vitória (se necessária) e o passaporte para os oitavo-de-final. Neste momento só peço que a equipa se una e traga a eliminatória viva da Alemanha.

24 de março de 2014

Curto mas indiscutível


Ao dar uma vista de olhos nos variados blogs portistas (ou ditos portistas), percebe-se alguma preocupação depois do jogo de ontem frente ao Belenenses. Embora todos esperássemos uma exibição mais conseguida e uma vitória mais folgada, importa ter em atenção várias coisas. Embora Luís Castro diga que não se pode queixar do cansaço do jogo da passada quinta-feira em Nápoles, não quer dizer que esse desgaste não exista. Depois podemos ainda juntar a ausência de Danilo, Fernando, Maicon e Quaresma, quatro titulares indiscutíveis, na minha opinião. Qual é a equipa que não acusa a ausência de quatro habituais titulares? Mesmo assim, o FC Porto entrou dominante e, ainda antes do primeiro remate do Belenenses, já contava com um golo mal anulado e um remate ao poste. O golo não-anulável surgiu apenas na segunda parte quando o treinador portista já tinha arriscado tudo e de tal forma que acabou o jogo com Ricardo a defesa-central e Licá a lateral-direito...

Não sei como ainda os havia - e continua a haver... -, mas os defensores de Paulo Fonseca parecem ter ficado aziados com a passagem do FC Porto aos quartos-de-final da Liga Europa e agora com esta vitória frente ao Belenenses. Usam argumentos desonestos e chegam ao ponto de pedir penaltis em cortes limpos que aconteceram na grande-área portista. De facto, nem o mais cegos dos benfiquistas conseguiria fazer melhor. E com isto não quero insinuar nada... :-)

Estes dois últimos jogos foram muitos sofridos, mais do que o habitual, mas ambos têm em comum as várias ausências forçadas que limitaram muito as escolhas de Luís Castro que, mesmo assim, conseguiu melhorar a equipa a partir do banco e, com as mexidas certas e em tempo útil, resolveu o que estava difícil. Tendo em conta o que foi o FC Porto até à primeira semana de Março, é reconfortante assistir a um jogo e saber que no banco está um treinador que está a ver e a perceber o jogo, pronto a intervir e fazer com que a equipa tenha a iniciativa de agir em vez de reagir.

O próximo jogo é já na quarta-feira e é talvez o mais importante dos que ainda restam. O FC Porto terá de estar à altura para amedrontar um adversário que está moralizado e que se acha infinitamente superior. Maicon será a única dúvida para este jogo com o Benfica, por isso será de esperar uma equipa na máxima força ou muito próximo disso. Embora seja um adversário forte, este Benfica está mais fraco em relação ao ano passado e não é superior em nada ao Nápoles. No Dragão manda o FC Porto e espero que Luís Castro consiga passar essa ideia aos jogadores que, por si sós, já devem estar mais do que motivados.

21 de março de 2014

Finalmente um Fabiano a ser Fabuloso


Este segundo jogo frente ao Nápoles, assim como a eliminatória, esteve recheado de boas exibições individuais que é quase incorrecto destacar alguém. No entanto, é preciso valorizar a tranquilidade com que Fabiano substitui o capitão Helton em Itália. Foram várias as defesas que impediram os italianos de marcar por mais vezes e que foram dando alento a uma defesa muito condicionada. Helton segurou o 1-0 na primeira mão, Fabiano segurou a eliminatória em Nápoles.

Com Alex Sandro castigado, Abdoulaye não inscrito e Maicon lesionado, Luís Castro teve de recorrer pela primeira vez a Reyes e Ricardo. O jogo no Dragão mostrou um Nápoles que fazia dos passes para as costas da defesa, principalmente dos laterais em viragens de flanco, a sua maior arma, voltando hoje a apresentar-se com esse tipo de estratégia. Ricardo começou algo tremido mas foi acalmando durante o jogo, apesar da falha no posicionamento que permitiu a Pandev estar em jogo no 1-0, enquanto Reyes esteve sempre tranquilo. Todos cometeram erros, mas com Mangala, Fernando e Fabiano em grande a que se juntou um espírito combativo de toda a equipa, as coisas foram-se resolvendo com maior ou menor dificuldade. Quaresma foi o atacante em destaque porque, além do grande golo, foi sempre aquele que mais perigo levou à baliza dos italianos.

Esta exibição põe a nu a falta de coragem ou de confiança de Paulo Fonseca em alguns jogadores. Reyes e Ricardo mostraram que deviam ter mais minutos de jogo pela equipa principal, que caso tivesse acontecido no passado não teríamos hoje um Danilo e um Alex Sandro sobrecarregados de jogos, ao passo que hoje teríamos o Reyes e o Ricardo mais rotinados com os restantes companheiros.

Quem também foi decisivo foi o treinador. Luís Castro conseguiu ganhar o jogo lançando Josué e Ghilas para o lugar dos apagados Carlos Eduardo e Varela. Ambos trouxeram qualidade ofensiva à equipa, coisa que os seus colegas, apesar de todo o empenho, nunca conseguiram fazer. De notar ainda que a produção de Jackson sobe sempre que Ghilas se junta a ele no ataque.

Se até agora se justificou a insistência de Luís Castro num onze base idealizado por si quase só em teoria, chegou a altura de fazer justiça. Assim sendo, pelo menos Ghilas tem de entrar na equipa para o lugar de Varela que tem estado muito apagado. Josué e Quintero fizeram melhor que Carlos Eduardo quando foram chamados e também estão na luta pelo onze. Face às várias ausências para a recepção ao Belenenses (Danilo, Fernando, Quaresma estão castigados e Maicon em dúvida) é provável que o brasileiro seja novamente titular, mas se não começar já neste fim-de-semana a justificar a confiança do treinador pode perder o comboio da titularidade.

Com o campeonato perdido e na luta por outras três competições, espero que Luís Castro junte ao bom trabalho que tem vindo a desenvolver a capacidade de dar descanso a a quem mais precisa sem com isto comprometer o rendimento e a evolução da equipa. Reyes, Ricardo e Josué gritaram "presente!" em Itália, Quintero e Ghilas têm entrado bem nos jogos e Herrera estava a mostrar um ar da sua graça nos últimos jogos de Paulo Fonseca. Há que não ter medo de apostar em quem merece e mostra qualidade para tal.

16 de março de 2014

Uma questão miníma


«Às vezes acontece a uns, às vezes a outros» e «é uma questão mínima» são as frases do momento. Para Pedro Henriques, Luís Freitas Lobo, Adrien Silva e Leonardo Jardim o que interessa mesmo é a qualidade apresentada pelo Sporting e, para os dois primeiros, acima de qualquer penalti por assinalar ou golo em fora-de-jogo - decidido sempre em favor dos mesmo, entenda-se - está a lesão do Helton. Louvo-lhes a preocupação. A conveniente preocupação.

Luís Castro referiu - e bem - que houve dois erros que prejudicaram e muito o FC Porto. O fora-de-jogo nem merece discussão, mas quando fala do lance de Cedric sobre Jackson, Luís Castro erra por duas vezes: nem Cedric tinha ainda cartão amarelo, nem uma falta daquelas justificava cartão amarelo. Uma carga sobre um avançado que se prepara para cabecear sozinho, quase dentro da baliza e sem guarda-redes por perto, é sempre para cartão vermelho.

Face a isto, exige-se uma mudança de posição por parte da SAD. O FC Porto não se pode dar ao luxo de estar a ser atacado por todos os lados e não agir. O campeonato está perdido e, a continuar assim, o segundo lugar também. O Sporting, pela boca de Bruno de Cravalho, sabe vender bem o seu peixe e o resultado está à vista. Hoje recuperam três pontos, que por ser frente a um concorrente directo valem por seis, dos sete que alegam terem sido retirados - verbo escolhido por eles nos múltiplos comunicados sobre esta temática - na presente temporada.

Voltando ao jogo, o FC Porto entrou forte e dispôs das melhores oportunidades. Quaresma mandou à barra, Varela obrigou Rui Patrício a defesa apertada e mesmo em cima do intervalo Cedric impede em falta que Jackson faça o 1-0. Na segunda parte o jogo foi mais dividido, com alguma ascendência para o Sporting, e acabou decidido com um golo irregular.

A equipa do FC Porto continua algo inconstante na defesa e hoje teve para isso a ajuda de um meio-campo - Fernando foi a excepção - desinspirado. A lesão de Maicon obrigou a uma nova mexida no sector mais recuado que tem sido vítima das constantes alterações no onze. Quinta-feira haverá novo jogo frente ao Nápoles e já é certa a ausência de Alex Sandro (castigado) e há ainda Maicon em dúvida (lesão), para o próximo jogo do campeonato estarão castigados Fernando, Danilo e Quaresma. Várias trocas que impedem a maturação de um onze base numa equipa que já passou por todo o tipo de problemas esta época. E nem falo no final de época prematuro para Helton... Que recupere bem, porque rápido, infelizmente, já sabemos que não será.

Neste momento não se pode pedir muito mais a Luís Castro e à equipa. Existem demasiados fantasmas que têm de ser combatidos pouco a pouco com a compreensão e apoio de todos. As melhorias estão à vista mas não existem milagres, não é em duas semanas que se passa do zero - ou menos - para uma equipa avassaladora.

Será importante a partir de hoje que toda a gente perceba que o campeonato passou à história e que talvez o melhor seja uma aposta total nas restantes competições. Com isto não quero dizer que se deva atirar a toalha ao chão - até porque o Estoril está logo ali a quatro pontos -, mas seria inteligente usar o campeonato para fazer um ou outro teste e uma ou outra poupança pontual para que a equipa chegue nas melhores condições possíveis aos jogos que ainda faltam nas restantes competições.

O FC Porto não pode ficar uma época sem ganhar nada, não somos o Sporting ou o Benfica.

15 de março de 2014

Um passo de cada vez


Depois do regresso às vitórias frente ao Arouca, o regresso aos jogos sem sofrer golos. O FC Porto conseguiu travar o ataque do Nápoles, que é apenas o segundo melhor do campeonato italiano. A equipa esteve em bom nível e conseguiu dominar a maior parte do jogo de forma segura e autoritária. O resultado é curto, mas certamente que vamos a Itália em melhor posição do que o que seria de esperar há duas semanas atrás. Que o jogo da época passada em Málaga sirva de exemplo a não seguir.

Com isto não quero dizer que os erros defensivos que se tornaram moda durante a presente temporada acabaram. Houve um ou outro que poderiam ter custado bem caro, mas que acabam por ser normais numa equipa que passou seis/sete meses a trocar de elementos todos os jogos e que nunca teve um onze base. Além disso, a quantidade dos ditos erros parece estar a diminuir fruto do novo modelo de jogo que devolveu a Fernando a capacidade de ser o quinto defesa mas que ganha bolas no campo todo. Maicon e Alex Sandro voltaram às boas exibições e deverão formar com Danilo e Mangala a defesa que Luís Castro fará alinhar preferencialmente até ao final da época. É uma sorte ter jogadores deste nível e ainda hoje não consigo perceber o que Paulo Fonseca fez para os fazer parecer um grupo de amadores a defender...

Jackson voltou aos golos e já leva dois no mesmo números de jogos, os dois de Luís Castro na frente da equipa. Quintero e Ghilas têm sido os primeiros a serem lançados no decorrer do jogo e cada vez mais se perfilam como alternativas válidas aos olhos do novo treinador. Uma lufada de ar fresco num ataque que há uns jogos a esta parte parecia já não ter nada a oferecer.

Será isto suficiente para assustar o próximo adversário? A julgar pelo circo montado pelo Bruno de Carvalho nos últimos dias, diria que sim. O Sporting prepara-se para fazer mais uma época à Sporting, conquistando aquilo a que nos habituou nos últimos anos: nada. As únicas diferenças entre esta época e as outras são o abaixamento de rendimento de FC Porto e Benfica e o constante choro vindo de Alvalade.

Desde 2008 que o FC Porto não vai a casa do Sporting ganhar. Isto deve-se em grande parte a um misto de sobranceria por parte dos nossos jogadores a que se acresce o agigantamento próprio das equipas pequenas quando defrontam um grande. A nossa displicência, aliada à mentalidade de jogo da época Sporting, tem resultado em vitórias da equipa da casa ou empate. Este fim-de-semana espero uma atitude bem diferente por parte dos jogadores portistas, mais não seja porque não estão em posição que se possam orgulhar e porque têm que provar de uma vez por todas aos sportinguistas que o Sporting campeão é mesmo uma ilusão.

Estou moderadamente confiante na vitória. Luís Castro tem assumido a postura correcta desde que chegou e a isso junta um discurso humilde mas confiante. Se a equipa conseguir manter o nível evolutivo que evidenciou na última semana, será muito difícil obter outro resultado que não seja a vitória. Se do outro lado Leonardo Jardim decidir fazer como no último "Derby da Amizade" - desfazer o meio-campo para jogar em 4-4-2 com André Martins como extremo direito e juntar Slimani a Montero no ataque -, aí a missão do FC Porto estará mais facilitada... Mas não conto muito com isto. Desde cedo se percebeu que a motivação daquela gente é abater o FC Porto e de certeza que continuarão a fazer como até agora: não olhar a meios na tentativa de o fazer.

20 de fevereiro de 2014

É vergonhoso

O FC Porto tem boa equipa. Ou pelo menos tem bons jogadores. Foi com naturalidade que mesmo mal distribuídos em campo chegaram ao 2-0 e a vantagem só não se manteve, ou até aumentou!, porque no banco de suplentes está um treinador que não tem a mínima noção do que está a acontecer dentro de campo.

Há alguns jogos que o famoso duplo pivot deixou de ser o grande problema. Com a entrada de Herrera na equipa o meio-campo, pela pessoa do mexicano, ganhou capacidade para se libertar dessa aberração táctica e meter mais um jogador na manobra ofensiva. Isso foi bem visível hoje contra o Eintracht Frankfurt. O que também foi bem visível foi o Josué a não participar na manobra defensiva e, graças a isso, os alemães tinham sempre muito espaço no centro do terreno. Em vantagem no jogo o que faz Paulo Fonseca? Recua definitivamente Herrera para o lado do Fernando e mantém o famoso 10 clássico que só joga quando a equipa tem a bola.

Com estas alterações as dificuldades aumentaram porque foi tirado raio de acção a Fernando e a liberdade de pressionar a Herrera, que são só duas das principais armas de cada um deles. Um treinador na verdadeira acepção da palavra teria recuado o Josué - e mais tarde o Carlos Eduardo - para junto do Herrera e promovido a circulação de bola para gerir a vantagem, o jogo e a eliminatória.

Paulo Fonseca é demasiado teimoso e acha que recorrer ao 4-3-3 é sinal de fraqueza, tal como o seu mestre Jorge Jesus. E neste momento o FC Porto é uma imitação fraca do Benfica de Jorge Jesus, com todos os seus defeitos e com quase nenhuma das suas virtudes. Estamos a ganhar? Há que marcar mais! Estamos empatados ou a perder? Fácil, tira-se um médio e mete-se um avançado! Não chega? Sai um defesa. E por aí fora.

O desnorte é tal que o homem acha que jogou contra o Bayer Leverkusen. Aqui até superou o mestre, que se limita a pronunciar mal o nome dos adversário. Paulo Fonseca levou isto para outro nível ao não saber quem é o adversário.

É vergonhoso que a SAD continue a apoiar alguém que desde que chegou não deu o mínimo sinal de poder melhorar. É vergonhoso que os adeptos tenham de ver uma boa equipa ser destruída a cada dia que passa. É vergonhoso ver o FC Porto em dificuldades contra qualquer adversário.

19 de fevereiro de 2014

A gestão de Maicon

Paulo Fonseca encontra-se numa posição muito delicada. Se é verdade que tem feito por merecer as críticas, também não é menos verdade que chegou a um ponto em que tudo o que faça é visto pelo lado negativo. A situação de Maicon é só mais uma e das difíceis de entender.

O brasileiro começou a época como suplente de Otamendi, ia jogando pontualmente por um motivo ou outro, mas só após uma quantidade quase inacreditável de erros do argentino teve oportunidade de ser titular ao lado de Mangala. Não foi brilhante durante esse período mas também não comprometeu, mesmo assim voltou ao banco de suplentes na visita ao Estádio da Luz - na altura ainda com cobertura.

Otamendi teve um dia para esquecer naquele que foi o último jogo que fez ao serviço do FC Porto e, assim sendo, Maicon voltou à titularidade... até à chegada de Abdoulaye, que tem sido agora a aposta do treinador para formar dupla com Magala no centro da defesa.

Para mim, que estou por fora, esta situação é incompreensível. O brasileiro, que até é um dos capitães de equipa, tem mostrado um enorme profissionalismo e dedicação ao clube em todos os momentos, além da indispensável qualidade futebolística. Mesmo assim não merece a confiança de Paulo Fonseca e só joga quase quando não há volta a dar.

O problema toma dimensões maiores quando se sabe previamente que Abdoulaye não poderá dar a sua contribuição à equipa na Liga Europa em virtude de não estar inscrito na mesma. Assim sendo, fica claro que o treinador não tem grandes esperanças para esta competição, uma vez que está a tentar cimentar um dupla que terá de ser obrigatoriamente desfeita no jogo de amanhã. Maicon, esse, jogará uma vez mais com a pressão acrescida de ter de provar uma vez mais que merece a titularidade.

Talvez a aposta a Abdoulaye se deva ao empenho e vontade do senegalês em mudar o rumo dos acontecimentos, no entanto não deixa de ser uma aposta imprudente por parte de Paulo Fonseca que, como já referi, neste momento é sempre julgado pelo prisma negativo das decisões que vai tomando. Além disso, não acredito que o Maicon não tenha vontade de ajudar o FC Porto a ser cada vez melhor.

Acredito que o treinador quis passar a mensagem ao plantel que é preciso empenho. Entendo e apoio. No entanto, é preciso ter em atenção que neste caso particular houve um jogador que foi injustiçado e que, para piorar a situação, até é dos que mais amor à camisola tem mostrado. Cabe a Paulo Fonseca resolver mais esta situação que o próprio criou.

22 de fevereiro de 2012

É possível perder 4-0 e ficar optimista?

É.

Quem viu o futebol que a equipa do FC Porto praticou frente ao Manchester City sabe que este 0-4 é um resultado completamente enganador.

Nem discuto a justiça da passagem do City na eliminatória, a sorte esteve do lado deles nas duas mão e acabaram por passar, mas esperava muito mais deles. A defesa do FC Porto teve o azar sempre do seu lado, tanto nos golos como nas lesões, já que nas duas mãos a equipa perdeu por lesão Danilo, Mangala e Otamendi.

Pelas declarações do Vítor Pereira e dos jogadores no final do encontro dá para perceber que eles estão conscientes que fizeram um bom jogo e que a sorte não esteve do seu lado. Pessoalmente fiquei bastante agradado com a maneira que a equipa conseguiu reagir ao golo do adversário aos vinte segundos (!) de jogo e com o facto de nunca ter virado a cara à luta.

De resto é notório que o futebol praticado tem melhorado de jogo para jogo e, finalmente, vê-se a equipa a ir no bom caminho. Espero que esta atitude seja para manter e que os jogadores continuem a dar sempre o máximo porque, meus senhores, ainda temos um campeonato para ganhar.

16 de fevereiro de 2012

Onze para defrontar o Manchester City

Helton, Danilo, Lucho, Maicon, Álvaro, João Moutinho, Cristian Rodríguez, Kléber, Hulk, Rolando, Varela, James, Djalma, Mangala, Fernando, Alex Sandro, Bracali e Defour.

São estes os convocados do FC Porto para defrontar o Manchester City na primeira mão dos dezasseis-avos-de-final da Liga Europa.

Na imagem da esquerda está a equipa que eu escolheria para defrontar os ingleses tendo em conta a convocatória. No banco ficariam os restantes, ou seja, Bracali, Maicon, Alex Sandro, Defour, Cristian Rodríguez, Varela e Kléber.

Helton, Danilo, Rolando, Álvaro Pereira, Fernando, Lucho, Moutinho, James e Hulk são neste momento a base da nossa equipa. Por isso é sem surpresa que devem constar mesmo no onze inicial. As dúvidas estão em que acompanha Rolando no centro da defesa e quem será o eleito para completar o trio de ataque juntamente com Hulk e James.

Se tem uma opinião diferente da minha deixe o seu comentário aqui no blog ou então visite http://www.somosporto.org/index.php?topic=826.0 deixe o seu ponto de vista e veja o de muitos outros portistas!

23 de maio de 2011

O Maior Clube de Portugal



Depois de vencer a Supertaça de Portugal, a Liga portuguesa e a Liga Europa, o FC Porto venceu também a Taça de Portugal. Com estes quatro troféus, conquistados esta época, o FC Porto passou a ser a equipa portuguesa com mais títulos. São 69 no total, contra os 68 do segundo classificado, o Benfica.

Ganhar quatro troféus numa época é um feito absolutamente fantástico para qualquer equipa, mas a classe que estes jogadores mostraram torna o feito ainda mais brilhante.

Ficam agora os nomes de todos os jogadores que contribuíram para este enorme feito:
Helton, Beto, Kieszek, Sapunaru, Fucile, Rolando, Maicon, Otamendi, Sereno, Álvaro Pereira, Rafa, Fernando, Souza, Guarín, Belluschi, Rúben Micael, Moutinho, Varela, Hulk, James, Cristián Rodríguez, Mariano, Falcao e Walter.
A juntar a esta lista há ainda mais quatro atletas. Raul Meireles e Miguel Lopes que ainda disputaram a Supertaça de Portugal, enquanto que Ukra e Castro estiveram no plantel até Janeiro.

21 de maio de 2011

Quando, Jorge Coroado?



No dia após a final da Liga Europa, Jorge Coroado, na sua habitual análise sobre os lances mais polémicos que faz para o jornal O Jogo, afirmou que Falcao estava em posição irregular no momento do passe de Guarín.

Ao analisar as imagens acima, que descobri pelo Porta 19, depressa concluí que a análise deste alegado especialista estava, mais uma vez, errada.

Na primeira imagem, fracções de segundo antes do cruzamento, Falcao encontra-se claramente atrás de Paulão que tem um pé dentro da grande área enquanto o colombiano se encontra completamente fora da mesma.

Na segunda imagem, fracções de segundo após o cruzamento, ambos se encontram na mesma posição que ocupavam na primeira imagem. A única diferença é que Falcao tem o corpo inclinado para a frente, ao nível da linha de grande área, mas continua a ser colocado em jogo pelo pé de Paulão que se encontra claramente para lá dessa linha.

Por isso pergunto: Fora-de-jogo onde, senhor Coroado?

10 de maio de 2011

Cuidado, muito cuidado!

«Estamos num momento de grande confiança (...) Queremos chegar lá e lutar pela vitória» Hugo Viana

«É o jogo das nossas vidas. Para mim, é a primeira final europeia e espero contar mais tarde aos meus netos sobre o dia em que venci a Liga Europa. Temos de sonhar com a vitória» Mossoró

«Há 50 por cento de hipóteses para cada lado. Em finais, não há favoritos» Albert Rodriguez

«O Hélton está a treinar para levantar a taça? Então eu também! As possibilidades são iguais. Este é um momento especial da minha carreira, é um sonho realizado, mas ainda temos a final para disputar» Vandinho

«A história já está feita, mas queremos algo maior (...) Vamos a Dublin com grande humildade e vontade de vencer. Temos de ser iguais a nós mesmos.» Custódio

«É o sonho de todos os jogadores. Não é especial por defrontar o F.C. Porto, mas sim por ser uma final. É um motivo de orgulho. (...) [Esta época] Perdemos os dois jogos contra eles, é um facto, mas tivemos sempre bons desempenhos.» Alan

«Chegar aqui já é um grande mérito do Sp. Braga, e um motivo de orgulho para mim (...) É um momento de orgulho, que vai ficar na memória dos bracarenses» Miguel Garcia

«Se ganhar , vou festejar com a minha família. Vai ser a minha primeira final europeia, já estou há onze anos em Portugal (...) Este é um sinal do crescimento do sp. Braga e fico feliz por contribuir para isso. (...) O F.C. Porto é perigoso e tem um ataque muito forte, não podemos cometer erros. É o adversário mais difícil que encontramos até agora» Paulo César

«Não imaginava estar aqui, mas acho que foi algo que foi acontecendo aos poucos, fomos passando pelos adversários e chegamos à final com mérito. Já imaginei como será a final, será um dia que irá marcar a carreira de todos. A nossa equipa é muito compacta, quando perde a bola, todos pressionam logo para recuperar» Artur Moraes

«Já marquei ao Porto, tenho boas recordações mas o mais importante é o Braga ganhar, seja com golos do Lima ou não. (...) Só o facto de estar na final já é motivo de muita motivação, ainda mais frente a uma grande equipa como o F.C. Porto. Todos estamos motivados.» Lima

«[O FC Porto] A meu ver, é o adversário mais complicado. Pessoalmente, gosto muito da equipa do F.C. Porto, tem jogadores que estão inspirados será certamente um jogo bonito de se ver. (...) [Sobre as duas derrotas para o campeonato]  Agora é só um jogo, uma final, será diferente.» Sílvio

«Queremos dar uma alegria a quem torce por nós. Já provámos no passado que podemos ganhar, independentemente de qual seja a equipa. (...) Eu quero ganhar porque é o jogo da vida de muita gente, incluída a minha. Quero ganhar, seja ao F.C. Porto ou a qualquer outra equipa, mas até por ser contra o F.C Porto, para provar que sou profissional e procuro o sucesso, independentemente do adversário. (...) Quero trazer a taça para a sala de troféus do clube, por este presidente e por estes adeptos» Domingos Paciência

Todas estas declarações foram feitas à imprensa durante o dia de hoje. É óbvio que o SC Braga não vai para Dublin com a intenção de ser o bombo da festa, vai sim com a intenção de vencer. Que ninguém duvide nem por um segundo que eles vão deixar a pele em campo para lutar por esta taça.

Espero que os nossos jogadores, equipa técnica e também todos os adeptos, percebam que no dia 18 de Maio vai ser preciso dar tudo para vencer o jogo. O Braga é um osso muito duro de roer, basta lembrar o jogo no Dragão desta época para o provar. A equipa tem de entrar consciente disso mesmo e não cair no erro em que, só nesta temporada, já caíram Celtic de Glasgow, Sevilla, Lech, Liverpool, Dynamo Kyiv e Benfica.

Os jogadores do Braga e o seu treinador acreditam na vitória, e não é só da boca para fora. Por isso faço o mesmo apelo à nossa equipa que fiz no início da época: Joguem com a alma e a coragem do Dragão! Só assim venceremos.

6 de maio de 2011

Guerreiros da Invicta vs Gverreiros do Minho


18-05-2011
FC Porto - SC Braga

Depois de uma caminhada impressionante estamos a um passo do sonho. Força Porto, vence por nós!

4 de maio de 2011

Obrigado, Marca!

Segunda uma notícia publicada hoje pelo jornal espanhol Marca, dirigentes do FC Porto terão jantado com a equipa de arbitragem do jogo que opôs o FC Porto ao Villarreal em jogo referente à primeira mão da meia-final da Liga Europa, logo após o final da partida. Esta notícia, falsa e filha de pai incógnito, surge precisamente na véspera do jogo da segunda mão, em que o Villarreal tem por missão vencer o FC Porto no mínimo por 4-0, para virar a eliminatória a seu favor, depois dos 5-1 que sofreu no Estádio do Dragão.

O FC Porto já desmentiu esta notícia em comunicado e também pela voz do seu Presidente. Já pela voz do director de comunicação Rui Cerqueira, ficamos a saber que o FC Porto irá processar judicialmente o jornal espanhol e o jornalista que publicou a notícia.

É curioso que este jornal publique isto e acrescente que o árbitro holandês assinalou um penaltie contra o Villarreal e que o 4-1 é feito em posição de fora-de-jogo, mesmo depois de na sua análise ao jogo ter considerado que as decisões foram boas e ter atribuído uma nota de 8 em 10 ao juiz da partida.

Parece-me evidente que esta noticía, até pela maneira que foi escrita e pelos detalhes geográficos nela presente, teve origem em Portugal. A única coisa que espero deste processo é que o jornalista espanhol revele quem inventou esta história. Assim todos ficaremos a conhecer a identidade desse cobarde que não teve coragem de publicar a calúnia no seu próprio jornal e assinada por si. Aí sim, o FC Porto deverá processar este rato de esgoto e exigir uma pena dura.

Espero que esta notícia sirva de motivação para a nossa equipa, uma vez que a eliminatória ficou quase decidida no Dragão. Sem estes extras motivacionais a equipa do FC Porto poderia encarar este jogo com algum desprezo e ser surpreendida, assim estou certo que os jogadores entrarão em campo, mais uma vez, para vencer o jogo e calar estes palhaços. Obrigado, Marca!

29 de abril de 2011

Gracías, Dragones!

Está decidido. Depois disto, vou pedir a nacionalidade colombiana. Obrigado, campeões!

3 de novembro de 2010

A Legião Azul-e-Branca


No último fim-de-semana, o FC Porto lançou um pedido aos seus adeptos para que viessem ao estádio apoiar a equipa frente a Besiktas e Benfica. A imagem acima foi retirada do email que o nosso capitão, Helton, enviou para todos os associados do clube. (Esse email continha o link do vídeo que poderá visualizar clicando AQUI.)

Depois da equipa ter feito das tripas coração em Istambul e em Coimbra, espero que os portistas respondam em massa ao apelo. O plantel merece todo o nosso apoio, ainda para mais numa semana em que podemos ficar com o apuramento na Liga Europa fechado e sentenciar, quase por completo, a vitória na Liga 2010/2011.

E você, vai conseguir ficar em casa? Eu não!