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23 de fevereiro de 2015

O bom e o mau profissional


Jackson Martinez e Walter nunca chegaram a partilhar o balneário no FC Porto. O brasileiro teve oportunidade de jogar numa das equipas mais competitivas de sempre na história do clube, recheada de grandes jogadores, que venceu o campeonato sem derrotas e que conquistou a Liga Europa. Mesmo assim conseguiu sair pela porta pequena. Por estar constantemente com excesso de peso, o FC Porto decidiu prescindir dele no plantel porque ao ignorar a situação estaria a abrir um mau precedente no balneário. Walter era uma mau profissional e um mau exemplo para todos. Já o colombiano chegou numa altura em que a equipa que venceu a Liga Europa estava já completamente desfeita e precisava urgentemente de um homem-golo. Jackson chegou, viu e venceu. Passou a indiscutível praticamente no primeiro jogo, recebeu dois Dragões de Ouro e é agora capitão de equipa. Um exemplo de dedicação, humildade, profissionalismo e principalmente de regularidade.

Apesar destes facto, ainda hoje muita gente suspira pelo facto de Walter não ter tido as devidas oportunidades e que se não tivesse saído poderia hoje ser uma pedra importante na equipa, que se cá estivesse seria um profissional melhor, que se tivesse o devido acompanhamento estaria agora mais magro... Se, se, se... Enquanto isso, Jackson é o mau da fita porque nunca escondeu a vontade de jogar num campeonato melhor. Enquanto Pinto da Costa o elogia em quase todas as entrevistas, muitos adeptos aguardavam ansiosamente a saída do ponta-se-lança colombiano no último Verão porque, diziam eles, ficaria contrariado e que, imagine-se, já na época passada andava a falhar penáltis de propósito para desvalorizar e forçar o clube a vendê-lo.

Felizmente a SAD decidiu segurar Jackson e enquanto este demonstra jogo após jogo ser um profissional como não há muitos, Walter continua pelo Brasil a marcar golo, é certo, mas mantem ainda os problemas com o peso e a continua mostrar que além de um mau profissional é também um mau elemento de balneário. O último episódio conhecido é uma tentativa de agredir um colega de equipa. Fico contente por saber que para jogar no FC Porto não basta ter bons pés e que o clube procura constantemente aliar o talento ao profissionalismo. Que continuem a chegar Jacksons com ambição e vontade de trabalhar para irem cada vez mais longe. Os Walters que continuem no cantinho deles a marcar carradas de golos a defesas incapazes de se mexerem.

29 de outubro de 2010

FC Porto vs Crise

15 de Outubro de 2010

A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, nos termos do artigo 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, vem informar o mercado que alienou, em regime de associação económica, as seguintes partes dos direitos económicos de três atletas contratados no início da época:

• 37,5% dos direitos desportivos do jogador João Moutinho por 4.125.000€ à Mamers B.V.

• 35% dos direitos desportivos do jogador James Rodriguez por 2.550.000€ Gol Football Luxembourg;

• 25% dos direitos desportivos do jogador Walter por 2.125.000€ à Pearl Design Holding Ltd;

25 de Outubro de 2010

A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, nos termos do artigo 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, vem, na sequência do comunicado efectuado no dia 15 de Outubro, informar o mercado que, em virtude de não ter sido alcançado um acordo definitivo sobre o clausulado do respectivo contrato de investimento, não foi ainda formalizado o contrato com a Gol Football Luxembourg para a alienação, em regime de associação económica, de 35% dos direitos económicos do jogador James Rodriguez.




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Ao ler o primeiro comunicado fiquei bastante preocupado. À primeira vista, o FC Porto fez um péssimo negócio ao vender partes significativas dos direitos económicos de duas promessas do clube, Walter e James, e também de um dos mais valiosos activos do plantel, João Moutinho. Porém, as boas notícias chegaram num segundo comunicado: o FC Porto não fechou um dos negócios porque não houve acordo sobre a cláusula a pagar para readquirir os direitos vendidos anteriormente. É isso que eu interpreto, e espero estar certo.

Ao estabelecer um valor para readquirir os direitos económicos destes atletas, o FC Porto fica com margem de manobra para, a curto ou médio prazo, exercer essa cláusula e voltar a ser totalista numa futura venda. Embora sejam sempre negócios a evitar, num ano em que não houve o dinheiro da entrada na Liga dos Campeões, a SAD viu-se obrigada a fazer algum «dinheiro fácil». E, ao contrário da opinião da maioria dos adeptos, acho que os atletas foram bem escolhidos pela SAD. São três jogadores acabados de chegar ao clube, sendo praticamente certa a sua manutenção no plantel para a próxima época. Isto dá tempo ao clube para tratar deste assunto com calma.

É evidente que vamos ficar a perder no futuro, mas para já o clube fica com dinheiro fresco para fazer face às despesas que, infelizmente, não são poucas. Mas isso já dava (ou dará...) assunto para outro post...

17 de outubro de 2010

Jogos da Taça sem novidades... Será?

O FC Porto venceu "Os Limianos" por
4-1 numa noite em que Walter se estreou a títular e logo com um Hattrick!

No Dragão estiveram presentes cerca de 41000 (!) espectadores, onde cerca de 5000 eram afectos à equipa visitante. Números invulgares para um jogo tão desequilibrado, mas com o preço dos bilhetes a variar entre €1 e €8 era uma oportunidade única para muita gente ir ao Dragão com toda a família. Era previsível e foi mesmo o que aconteceu.

André Villas-Boas deu oportunidades aos menos utilizados, o que também era previsível, e foram mesmo os mais novos (James, Ukra e Castro) a deixarem-nos com água na boca e a fazerem-nos pedir ao «mister» que lhes dê mais oportunidades.

De resto, tudo dentro do habitual...